Depois da Punheta
Continuação...
Depois daquelas punhetas com a velha... as coisas evoluÃram...
Havia um armazem, no final do terreno, q ficava afastado e que podiamos perceber se alguem se aproximasse...
Então certo dia... chego da escola... vou ao quarto trocar de roupa, meter qq coisa mais confortável... espreito pela janela... e já lá está a velha... ela dá-me sinal acenando com a cabeça... em direcção ao tal armazem...
Parece q o caralho estava a adivinhar... começou logo a latejar...
Eu pensei... vou já bater uma punheta para não me vir de imediato...
no caminho para o armazem... ja teso... bato uma punheta... e esvazio os colhões... para ir com mais confiança...
Chego ao armazem... ela está a colocar uma manta no chão... e diz:
-Demoraste menino...
-Sim, mas o q importa é q já cá estou...
e baixo os calções... Ela aproxima-se... começa a beijar-me e agarra-me no pau...
ela estava de bata... de botões...
meto a mão pelas pernas a cima... e quando chego ao rabo sinto q está sem cuecas...
abro a bata toda... fico com aquela visão... toda nua... mamas penduradas mas grandes... e uma pentelheira fartuda.... meio grisalha...
mamo-lhe as tetas... e meto os dedos naquela cona ja encharcada... com os pêlos a escorrer...
ela deita-se no chão... abre as pernas... amanso aquela pentelheira... espeto a boa na cona... tinha um sabor muito intenso... até me estava a azedar a garganta...
mas não parei... via a velha a revirar os olhos e a contorcer-se...
Não parei... estive ali uns dez minutos ja me doÃa a lingua... mas n parei... era dedos na cona... lingua tudo...
até q a velha se vem na minha boca...
Ela fica meio relaxada deitada...
eu pego no caralho, meto À porta...
roço naquela pentelheira farta...
vou roçando... vejo receptividade... espeto o caralho fundo...
ela suspira...
fodo a um bocado...
começo a acelerar o ritmo... até q me esporro todo dentro dela...
ficamos um pouco abraçados...
vestimo-nos... e vamos embora...
irei contar mais...
Depois daquelas punhetas com a velha... as coisas evoluÃram...
Havia um armazem, no final do terreno, q ficava afastado e que podiamos perceber se alguem se aproximasse...
Então certo dia... chego da escola... vou ao quarto trocar de roupa, meter qq coisa mais confortável... espreito pela janela... e já lá está a velha... ela dá-me sinal acenando com a cabeça... em direcção ao tal armazem...
Parece q o caralho estava a adivinhar... começou logo a latejar...
Eu pensei... vou já bater uma punheta para não me vir de imediato...
no caminho para o armazem... ja teso... bato uma punheta... e esvazio os colhões... para ir com mais confiança...
Chego ao armazem... ela está a colocar uma manta no chão... e diz:
-Demoraste menino...
-Sim, mas o q importa é q já cá estou...
e baixo os calções... Ela aproxima-se... começa a beijar-me e agarra-me no pau...
ela estava de bata... de botões...
meto a mão pelas pernas a cima... e quando chego ao rabo sinto q está sem cuecas...
abro a bata toda... fico com aquela visão... toda nua... mamas penduradas mas grandes... e uma pentelheira fartuda.... meio grisalha...
mamo-lhe as tetas... e meto os dedos naquela cona ja encharcada... com os pêlos a escorrer...
ela deita-se no chão... abre as pernas... amanso aquela pentelheira... espeto a boa na cona... tinha um sabor muito intenso... até me estava a azedar a garganta...
mas não parei... via a velha a revirar os olhos e a contorcer-se...
Não parei... estive ali uns dez minutos ja me doÃa a lingua... mas n parei... era dedos na cona... lingua tudo...
até q a velha se vem na minha boca...
Ela fica meio relaxada deitada...
eu pego no caralho, meto À porta...
roço naquela pentelheira farta...
vou roçando... vejo receptividade... espeto o caralho fundo...
ela suspira...
fodo a um bocado...
começo a acelerar o ritmo... até q me esporro todo dentro dela...
ficamos um pouco abraçados...
vestimo-nos... e vamos embora...
irei contar mais...
5 years ago