Alice: A Saga XXV
Parte XXV: Puta fina
Armando conhecia um empresário local que organizava festas de arromba para impressionar clientes e parceiros de negócios. Os elementos femininos eram contratados entre as acompanhantes de alto gabarito de João Pessoa. A troco de uma comissão, Armando negociou a contratação de Alice para a festa seguinte. Alice não viu grande inconveniente no processo. Afinal, os quinhentos euros que ia ganhar permitir-lhe-ião conseguir o dinheiro que faltava para a passagem de avião de regresso a Portugal. E seria juntar o útil ao agradável sem consequências de mais para a sua reputação, uma vez que partiria em breve.
Chegada a noite em questão, Alice produziu-se a rigor e apresentou-se com um vestido branco translúcido, deixando bem à vista os seus atributos, sapatos de salto alto a condizer, choker e brincos negros, e um vermelho-vivo a colorir-lhe os lábios carnudos.
A sua voz grave e sensual fez sucesso e em breve se encontrava rodeada de admiradores. Alice foi conduzida a um sofá num extremo mais afastado da sala e posta a mamar diversos homens. Alice reparou que os homens não se vinham e que depois se dirigiam para uma sala contígua. Aproveitando uma aberta foi espreitar. Encontravam-se três mulheres numa grande cama redonda e todas estavam a ser possuídas por dois ou mais homens.
Filhos da puta, pensou Alice. Estou aqui fora apenas para os aquecer para o bem bom. Acto contínuo, Alice desfez-se do vestido e foi-se instalar junto das três mulheres. Ouviu-se apenas um zunzum de aprovação masculina e pouco depois já Alice sentia os três buracos cheios com tesão masculina.
Isto sim vai ser uma despedida em grande.
Alice estava a adorar a experiência de, por uma vez, ser puta profissional em vez de amadora curiosa, quando notou que as restantes mulheres abandonavam uma a uma a cama, e eram seguidas para outra sala pela maioria dos homens.
- Onde vão elas? – perguntou aos dois parceiros que lhe restaram.
- Você não sabe? – respondeu o que lhe penetrava o ânus. – Quer ver?
- Claro que quero.
Alice seguiu os dois homens até ao enorme jardim nas traseiras, onde as três mulheres se tinham instalado numa piscina insuflável e aguardavam de bocas abertas que os muitos homens fizessem algo que a princípio pareceu a Alice vir a ser um banho de esperma. Mas os homens não se masturbavam e muitos tinham o pénis flácido após anteriores orgasmos.
- Festival de chuva dourada para as gatinhas – observou um dos homens que a acompanhavam.
Chuva dourada? De repente, Alice apercebeu-se do que estava prestes a acontecer e quando o espectáculo teve início sentiu-se a princípio um pouco enojada. Mas observando bem as três mulheres, Alice reparou que pareciam deliciadas com os múltiplos jactos de urina masculina que lhes enchiam as bocas e banhavam as caras e corpos. Lentamente, começou a sentir um arrepio de excitação como nunca experimentara. Isto é capaz de não ser tão mau como parecia há pouco, pensou.
Armando conhecia um empresário local que organizava festas de arromba para impressionar clientes e parceiros de negócios. Os elementos femininos eram contratados entre as acompanhantes de alto gabarito de João Pessoa. A troco de uma comissão, Armando negociou a contratação de Alice para a festa seguinte. Alice não viu grande inconveniente no processo. Afinal, os quinhentos euros que ia ganhar permitir-lhe-ião conseguir o dinheiro que faltava para a passagem de avião de regresso a Portugal. E seria juntar o útil ao agradável sem consequências de mais para a sua reputação, uma vez que partiria em breve.
Chegada a noite em questão, Alice produziu-se a rigor e apresentou-se com um vestido branco translúcido, deixando bem à vista os seus atributos, sapatos de salto alto a condizer, choker e brincos negros, e um vermelho-vivo a colorir-lhe os lábios carnudos.
A sua voz grave e sensual fez sucesso e em breve se encontrava rodeada de admiradores. Alice foi conduzida a um sofá num extremo mais afastado da sala e posta a mamar diversos homens. Alice reparou que os homens não se vinham e que depois se dirigiam para uma sala contígua. Aproveitando uma aberta foi espreitar. Encontravam-se três mulheres numa grande cama redonda e todas estavam a ser possuídas por dois ou mais homens.
Filhos da puta, pensou Alice. Estou aqui fora apenas para os aquecer para o bem bom. Acto contínuo, Alice desfez-se do vestido e foi-se instalar junto das três mulheres. Ouviu-se apenas um zunzum de aprovação masculina e pouco depois já Alice sentia os três buracos cheios com tesão masculina.
Isto sim vai ser uma despedida em grande.
Alice estava a adorar a experiência de, por uma vez, ser puta profissional em vez de amadora curiosa, quando notou que as restantes mulheres abandonavam uma a uma a cama, e eram seguidas para outra sala pela maioria dos homens.
- Onde vão elas? – perguntou aos dois parceiros que lhe restaram.
- Você não sabe? – respondeu o que lhe penetrava o ânus. – Quer ver?
- Claro que quero.
Alice seguiu os dois homens até ao enorme jardim nas traseiras, onde as três mulheres se tinham instalado numa piscina insuflável e aguardavam de bocas abertas que os muitos homens fizessem algo que a princípio pareceu a Alice vir a ser um banho de esperma. Mas os homens não se masturbavam e muitos tinham o pénis flácido após anteriores orgasmos.
- Festival de chuva dourada para as gatinhas – observou um dos homens que a acompanhavam.
Chuva dourada? De repente, Alice apercebeu-se do que estava prestes a acontecer e quando o espectáculo teve início sentiu-se a princípio um pouco enojada. Mas observando bem as três mulheres, Alice reparou que pareciam deliciadas com os múltiplos jactos de urina masculina que lhes enchiam as bocas e banhavam as caras e corpos. Lentamente, começou a sentir um arrepio de excitação como nunca experimentara. Isto é capaz de não ser tão mau como parecia há pouco, pensou.
5 years ago