A intimidade do voyeur

Sempre que a via à janela, era regalo para a minha vista. Estivesse frio ou calor, era uma delícia ficar a olhá-la, sempre com camisas de dormir, justas ao corpo, com um decote generoso. Nunca pensei que ver alguém estender a roupa pudesse ser tão interessante. Espreitar da minha janela aquele par de mamas fabuloso, que sempre que se debruçava parecia querer sair das amarras da vestimenta, dava-me uma tesão imensa. Decidi retribuir. Secava-me do banho, com a janela bem aberta, e colocava o meu pau no seu ângulo de visão, bem duro, para que ela entendesse bem aquilo que provocava em mim. Ao início, olhares discretos.
Temi que me tivesse excedido. Até que uma noite, abriu a janela de forma mais abrupta que o normal, talvez de forma propositada, para que eu notasse a sua presença. E se notei. Naquela noite não havia camisa de dormir. Havia um corpo nu, de uma mulher quarentona bem tesuda, divinal. Logo fixei o olhar nela enquanto esfregava o meu caralho, que rapidamente ficou uma rocha. Estava a adorar...e ela também. Masturbava-me, não querendo nem saber se mais alguém nos via. Ela passava as mãos pelo seu corpo, apertava as mamas e massajava a cona bem suave. Só pensava em tê-la ainda mais perto.
Ela senta-se. Com os pés apoiados no pa****ito e de pernas bem abertas masturba-se para mim...e eu para ela. Mete os dedos na boca e leva-os à sua vagina...Hmm como adorava lamber-te assim, toda molhada. O pecado torna-se cada vez mais intenso e vimo-nos simultaneamente. Naquela pouca distância que nos separava, conseguimos ter um momento de união, não de corpos, mas de sensações que provocámos em nós próprios, como se tivesse sido um ao outro.
Vou ter saudades tuas...
Published by TFCL86
10 years ago
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