A executiva de preto
Ela entrou no metro tão rápido que nem deu para ver o seu rosto. Era hora de ponta, as carruagens abarrotavam de gente, o que a levou a ficar em pé, à minha frente. A proximidade era tal, que sentia o seu perfume, bem como o calor que o seu corpo emanava. Adoro sentir o cheiro de uma mulher, é mais que suficiente para me deixar de pau duro...e assim aconteceu. A esta mistura, juntava-se um outfit elegante, de mulher executiva, nos seus firmes 30 e tal anos, postura confiante e decidida. Mais tesão ainda, como adoro mulheres assim!
No primeiro solavanco abrupto do metro ela perde um pouco o equilíbrio e encosta o seu rabo ao meu pau já duro. Um rabo suave e tentador que me deixou a "salivar". Ela olha-me por cima do ombro e eu, envergonhado, peço desculpa. Não sou de todo um prevertido ao ponto de me roçar em mulheres no metro, mas não posso deixar de sentir a excitação que esta mulher me provocou em poucos segundos. Ela ri e volta o olhar para a frente.
O metro continua a sua viagem, de forma mais tranquila, mas o seu rabo teima em se encostar a mim. Não posso dar um passo atrás, não há espaço, e lá no fundo também não quero. Quero sentir aquele cu, dentro de umas finas calças de corte elegante, logo pela manhã. O roçar é cada vez mais intenso e eu começo a perder o controlo. Ajeito o pau para a frente, por dentro do bolso e colo-me nela.Ela vai se movimentando, e aquela espécie de dança no meu caralho, deixa-me a respirar ofegante. De repente sinto a sua mão a procurar o meu pau. Abriu-me o fecho das calças e, discretamente lá a introduziu. Carícias gentis, de quem sabe como tratar um homem. Assim seguimos viagens, num tocar de corpos bem quente. Deslizo as minhas mãos de forma sorrateira pelo seu corpo. Apalpo-lhe firmemente o cu e passo os dedos no rego, até chegar à cona e aí esfregá-la um pouco. As suas calças finas, permitiam uma excelente sensibilidade ao toque. Senti-a a sua respiração a aumentar cada vez mais o ritmo. Eu tinha que foder com aquela mulher! Mas a sorte não esteve connosco e assim que a voz pré gravada anuncia a próxima estação ela dirige-se para a porta e, sem sequer olhar, saiu. Não vi sequer a sua cara...
No primeiro solavanco abrupto do metro ela perde um pouco o equilíbrio e encosta o seu rabo ao meu pau já duro. Um rabo suave e tentador que me deixou a "salivar". Ela olha-me por cima do ombro e eu, envergonhado, peço desculpa. Não sou de todo um prevertido ao ponto de me roçar em mulheres no metro, mas não posso deixar de sentir a excitação que esta mulher me provocou em poucos segundos. Ela ri e volta o olhar para a frente.
O metro continua a sua viagem, de forma mais tranquila, mas o seu rabo teima em se encostar a mim. Não posso dar um passo atrás, não há espaço, e lá no fundo também não quero. Quero sentir aquele cu, dentro de umas finas calças de corte elegante, logo pela manhã. O roçar é cada vez mais intenso e eu começo a perder o controlo. Ajeito o pau para a frente, por dentro do bolso e colo-me nela.Ela vai se movimentando, e aquela espécie de dança no meu caralho, deixa-me a respirar ofegante. De repente sinto a sua mão a procurar o meu pau. Abriu-me o fecho das calças e, discretamente lá a introduziu. Carícias gentis, de quem sabe como tratar um homem. Assim seguimos viagens, num tocar de corpos bem quente. Deslizo as minhas mãos de forma sorrateira pelo seu corpo. Apalpo-lhe firmemente o cu e passo os dedos no rego, até chegar à cona e aí esfregá-la um pouco. As suas calças finas, permitiam uma excelente sensibilidade ao toque. Senti-a a sua respiração a aumentar cada vez mais o ritmo. Eu tinha que foder com aquela mulher! Mas a sorte não esteve connosco e assim que a voz pré gravada anuncia a próxima estação ela dirige-se para a porta e, sem sequer olhar, saiu. Não vi sequer a sua cara...
10 years ago