OS GAROTOS ME FODIAM OS SEIOS
Sempre me senti uma vaca leiteira de tanto busto que tenho, mas por ser bonita, acabei me acostumando e me excitando com o fato dos homens me admirarem com tanto espanto; meus seios sempre chamaram atenção, aonde eu chegava meu volume se revelava e trazia o olhar perverso de todos os presentes, desde muito jovem minha fartura era em demasia e me fazia ser a atração sexual do recinto.
Ainda nova, quando me excedia e tinha namorinhos com os rapazes na escola, já sentia que meus seios me trariam prazer, reparava que os meninos me chupavam os peitões com um tesão e furor, quase que incontroláveis; alguns como leitõeszinhos obedientes; de forma quase que materna, sugavam com um carinho intenso, vagarosamente e como se fosses bebês se alimentando; estes meninos sempre respeitavam o limite do amor e me chupavam como filhos em amamentação.
Já outros, botavam a mão na roupa e jogavam o meu melão pra fora, despiam os dois peitões de uma vez, somente para cair de boca e mamar com força meu peito indefesso, esses pervertidos davam chupões no bico, com toda a pressão do mundo, só pra ver minha bicaria estufando e fazendo barulho, se comportavam como uns chupadores de teta, balançando e mexendo forte os dois bustos, brincando sem pudor e me tratando que nem uma puta leiteira.
Lembro de diversas histórias e momentos, iam da pré a do lesc ência até a minha vida adulta e em quase todas as recordações, a lembrança mais forte era a do sucesso que meus seios faziam e do prazer e excitação que eles causavam, isso era tão especial que por vezes sentia-me me como uma rainha do prazer
Lembro que aos 1 6 a nos, já me preservava bastante quanto a sexo; não fazendo amor com muitos e me mantendo uma menina comportada, mas recordo que mais ou menos nesta idade, possuía dois colegas de escola que de tanto me assediarem, conseguiram convencer-me; eu deixava os 2 se sacariam comigo mas sempre impondo as minhas regras nós íamos para algum local discreto, eu mostrava os meus seios pra eles, botando pra fora toda a minha fartura e deixava-os abaixar a roupa e se masturbar.
Os encontros ficaram tão frequentes, que após a terceira vez, os safadinhos já estavam se punhetando e fodendo a minha teta, usavam a minha mama pra se bolinar e excitar, só que na hora do gozo, botavam o pênis entre meu peito, fazendo amor com a peitaria, me usando pra brincar de Espanhola.
Eles eram apaixonados por meus seios, adoravam exibir seus dotes e botavam a piroca pra fora por qualquer motivo relativo, se masturbando sem escrúpulos e doidos pra foder o meu peitão, eles eram obcecados naquele ato e só pensavam eu me comer a teta, dando pirocada como se fosse uma bunda.
Íamos para as festinhas, nos separávamos de todos e sumía-mos os três, os safadinhos se aproveitavam e socavam seus cacetes, a bu san do e me fodendo a teta toda pressão e furor; não deixava –os me beijar ou botar a mão em meu corpo, nem ao menos tocar minha buceta ; era um de cada vez e sem contato maior, enquanto um observava e se masturbava, o outro recebia minha punhetada, tendo a rola esfolada e estimulada pra foder meu peito, aguardavam pacientemente até que o colega me fodesse e despejasse esperma sobre meu mamá de vagabunda.
Por vezes, me imploravam para eu avançar o sinal ou ao menos botar a boca em seus pintos, oferecendo um boquete ou ato sexual que fosse, mas eu não cedia e permanecia apenas os tocando, batendo punheta e cedendo meus seios, dispondo-os e doando-os para serem fodidos. Eles me procuraram durante anos e anos, quase que semanalmente, até que perdêssemos o contato após o colegial.
Ainda nova, quando me excedia e tinha namorinhos com os rapazes na escola, já sentia que meus seios me trariam prazer, reparava que os meninos me chupavam os peitões com um tesão e furor, quase que incontroláveis; alguns como leitõeszinhos obedientes; de forma quase que materna, sugavam com um carinho intenso, vagarosamente e como se fosses bebês se alimentando; estes meninos sempre respeitavam o limite do amor e me chupavam como filhos em amamentação.
Já outros, botavam a mão na roupa e jogavam o meu melão pra fora, despiam os dois peitões de uma vez, somente para cair de boca e mamar com força meu peito indefesso, esses pervertidos davam chupões no bico, com toda a pressão do mundo, só pra ver minha bicaria estufando e fazendo barulho, se comportavam como uns chupadores de teta, balançando e mexendo forte os dois bustos, brincando sem pudor e me tratando que nem uma puta leiteira.
Lembro de diversas histórias e momentos, iam da pré a do lesc ência até a minha vida adulta e em quase todas as recordações, a lembrança mais forte era a do sucesso que meus seios faziam e do prazer e excitação que eles causavam, isso era tão especial que por vezes sentia-me me como uma rainha do prazer
Lembro que aos 1 6 a nos, já me preservava bastante quanto a sexo; não fazendo amor com muitos e me mantendo uma menina comportada, mas recordo que mais ou menos nesta idade, possuía dois colegas de escola que de tanto me assediarem, conseguiram convencer-me; eu deixava os 2 se sacariam comigo mas sempre impondo as minhas regras nós íamos para algum local discreto, eu mostrava os meus seios pra eles, botando pra fora toda a minha fartura e deixava-os abaixar a roupa e se masturbar.
Os encontros ficaram tão frequentes, que após a terceira vez, os safadinhos já estavam se punhetando e fodendo a minha teta, usavam a minha mama pra se bolinar e excitar, só que na hora do gozo, botavam o pênis entre meu peito, fazendo amor com a peitaria, me usando pra brincar de Espanhola.
Eles eram apaixonados por meus seios, adoravam exibir seus dotes e botavam a piroca pra fora por qualquer motivo relativo, se masturbando sem escrúpulos e doidos pra foder o meu peitão, eles eram obcecados naquele ato e só pensavam eu me comer a teta, dando pirocada como se fosse uma bunda.
Íamos para as festinhas, nos separávamos de todos e sumía-mos os três, os safadinhos se aproveitavam e socavam seus cacetes, a bu san do e me fodendo a teta toda pressão e furor; não deixava –os me beijar ou botar a mão em meu corpo, nem ao menos tocar minha buceta ; era um de cada vez e sem contato maior, enquanto um observava e se masturbava, o outro recebia minha punhetada, tendo a rola esfolada e estimulada pra foder meu peito, aguardavam pacientemente até que o colega me fodesse e despejasse esperma sobre meu mamá de vagabunda.
Por vezes, me imploravam para eu avançar o sinal ou ao menos botar a boca em seus pintos, oferecendo um boquete ou ato sexual que fosse, mas eu não cedia e permanecia apenas os tocando, batendo punheta e cedendo meus seios, dispondo-os e doando-os para serem fodidos. Eles me procuraram durante anos e anos, quase que semanalmente, até que perdêssemos o contato após o colegial.
11 months ago